sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Créditos de Carbono



O crédito de carbono é um conceito que surgiu em 1997, dentro do Protocolo de Kyoto. O objetivo principal dessa metodologia é reduzir a emissão dos gases do efeito estufa no planeta para combater as mudanças climáticas.

Em resumo, um crédito de carbono é gerado a cada tonelada de carbono que deixa de ser emitida. Quando um país consegue cumprir sua meta de redução e deixa de emitir 1 tonelada de carbono, recebe uma certificação emitida pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

Quanto mais um país se empenha para reduzir a emissão de poluentes, mais crédito consegue gerar, podendo então utilizar esses créditos como moeda de negociação com outros países que não tenham batido suas metas de redução.

Como exemplo de estratégias eficientes que podem ser adotadas pelos países para a redução da emissão de gases do efeito estufa é possível citar:

  • redução dos níveis de desmatamento;
  • conscientização e campanhas para estimular o consumo consciente;
  • utilização de fontes de energia alternativas;
  • criação de políticas sustentáveis e de preservação ambiental;
  • promoção e estruturação de mobilidade urbana sustentável.

Como os créditos de carbono são comercializados entre os países?

Os créditos de carbono funcionam como uma moeda no mercado de carbono. As particularidades sobre a negociação são definidas por meio da legislação de cada país.

No Brasil, esse conceito é regulamentado por meio do Decreto nº 5.882 de 2006. A comercialização é feita de acordo com as regras do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), podendo ser unilateral, bilateral ou multilateral. 

A modalidade unilateral ocorre quando um país em desenvolvimento realiza projetos dentro do próprio território. Esses projetos devem promover a redução da emissão de CO2, gerando créditos que poderão ser comercializados a um valor definido pelo próprio país que desenvolveu o projeto em território nacional.

Na modalidade bilateral, os projetos elaborados por um país em desenvolvimento podem ser executados em um segundo país em desenvolvimento, que será denominado como “país hospedeiro”. Assim, o CO2 não emitido gerará créditos para o país que elaborou e implementou os projetos – nesse caso, o valor do crédito de carbono também é definido pelo país que implementou o projeto no hospedeiro.

A terceira modalidade é a multilateral, na qual os projetos e as estratégias de redução de emissão de CO2 são implementados e financiados por fundos internacionais. Nessa modalidade, o valor do crédito de carbono é definido por esses fundos de investimento. 

De acordo com Elizabeth Carvalhaes, presidente da Indústria Brasileira de Árvores até 2018, o Brasil tem a vantagem de ter, além das opções de combustível limpo, as florestas, que removem carbono e, por isso, pode entrar com tudo nesse mercado oferecendo serviços ambientais. “Se o País se comprometer com políticas públicas nesse sentido, será um exportador dessa nova commodity”, previu Carvalhaes.

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Profissões com alta demanda nos próximos anos

7 áreas que terão alta demanda por profissionais nos próximos anos

 

"Mais de 1 bilhão de empregos serão transformados pela tecnologia na próxima década."

 

Essa é uma das conclusões de um estudo muito interessante realizado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com Cientistas de Dados do LinkedIn, do Coursera e da Burning Glass Technologies.

 

É bem bacana dar uma olhada geral no estudo, mas um ponto que se destaca é que ele apresenta também 7 áreas em que haverá maior demanda por profissionais nos próximos anos. 

Se a gente analisar bem, são áreas que, por um lado, serão demandadas por conta da transformação digital das empresas. Mas que, por outro lado, também demandam atividades muito relacionadas às necessidades que nós teremos como profissionais e como sociedade. 

Veja:

1. Care Economy.

2. Sales, Marketing & Content.

3. Data & AI.

4. Engineering & Cloud.

5. People & Culture.

6. Product Development.

7. Green Economy. 

Como esse estudo foi compartilhado em janeiro de 2020, a tendência é que os números estimados sejam menores do que os divulgados inicialmente por conta de todo o processo de recuperação econômica que ainda teremos nos próximos meses. 

Mas independente dos números, se analisarmos bem cada uma das 7 áreas, vamos perceber que todas elas têm conexão com elementos essenciais para qualquer organização que queira ter sucesso nos próximos anos:

 

·                    Vendas & Marketing.

·                    Tecnologia (Dados, IA, etc).

·                    Pessoas.

 

Por isso, vale a pena também dar uma olhada nas atividades e profissões relacionadas a cada uma das 7 áreas que terão maior crescimento. O estudo traz mais detalhes, mas segue abaixo um resumo!

 








As oportunidades vão surgir em diversas áreas. Mas antes de mirar em uma área específica, é essencial mapear bem seus talentos para atuar em atividades onde você possa brilhar profissionalmente.

Daí, é buscar as principais estratégias e ações para você se desenvolver e aproveitar a demanda por essas oportunidades para crescer profissionalmente.

Por André Souza

Futuro S/A

https://www.futurosa.com.br/


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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Algo novo



O segredo da mudança é concentrar toda a sua energia na construção do novo e não na luta contra o velho.

Dan Millman


Créditos de Carbono

O crédito de carbono é um conceito que surgiu em 1997, dentro do Protocolo de Kyoto. O objetivo principal dessa metodologia é reduzir a emi...