sexta-feira, 8 de novembro de 2019

What is Culture?


Culture is NOT foosball tables. Culture is NOT unlimited snacks. Culture is NOT dogs in the workplace. Culture is NOT kegerators. Culture is NOT remote work. Culture is NOT free fitbits. If we begin to believe that these things define our culture, we begin to make culture "fluffy." Culture IS the heartbeat of our company. Culture IS the central nervous system. Culture IS the core. ...and it all starts with your people. Get to know your people. Find what makes them tick. Become super vulnerable. Be there for each other. Center around a shared purpose. Grow together. Learn together. Inspire each other. Challenge each other. Build a culture that unites your people around a vision that supports a greater cause.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Find your passion




How many times have you been told to “follow your passion”? It’s a message that appears in everything from graduation speeches to job ads. But according to a recent Deloitte survey of 3,000 full-time U.S. workers across job levels and industries, only 20% say they are truly passionate about their work.

How do we fix this conundrum? 


Research on passion suggests that we need to understand three key things: 



(1) Passion is not something one finds, but rather, it is something to be developed. If your job does not allow you to pursue your passion, or if you just don’t want to do so at work, you can find time and space to pursue activities you are passionate about outside of your job. 



(2) It is challenging to pursue your passion, especially as it wanes over time. So if you just focus on following happiness, you might not stick with an endeavor like you would if you focused on how it helps you achieve what you care most about. When you’re pursuing your passion, it’s important to bear in mind that resilience is key, because the pursuit of passion is an ongoing—and challenging—process. 



(3) Passion can lead us astray, and it is therefore important to recognize its limits. Regularly seek out feedback from others and clarify where you truly stand; otherwise you may believe that your passion propels you, while it only does so in your head.


Adapted from "3 Reasons It’s So Hard to “Follow Your Passion,” by Jon M. Jachimowicz.

4 tendências que estão moldando o futuro do mercado de trabalho



Inteligência artificial, robôs, automação... Você certamente já sabe que a tecnologia está mudando o mercado de trabalho. Mas se engana quem pensa que as tendências para o futuro estão limitadas a isso. Segundo uma pesquisa do LinkedIn, quatro (outros) fatores estão levando a mudanças profundas na relação entre funcionários e empresas.


O relatório se baseia em uma pesquisa com mais de 5 mil profissionais da área de RH de 35 países, na análise de dados e tendências de uso da rede profissional e em conversas com especialistas e empresas. Os resultados mostram que, mais do que habilidades técnicas ou ferramentas, o futuro das contratações e relações de trabalho está nas pessoas.

1. Soft Skills 

A importância das soft skills (habilidades comportamentais, como empatia, criatividade ou capacidade de colaboração) foi destacada por 91% dos profissionais e especialistas consultados. "À medida que a automação e a inteligência artificial continuam a remodelar setores, empresas e profissões, as fortes habilidades sociais — a única coisa que as máquinas não podem substituir — estão se tornando absolutamente vitais", diz o relatório.

92% dos profissionais dizem dar tanta importância a essas habilidades quanto às chamadas hard skills (habilidades técnica), enquanto 80% dizem que elas são cada vez mais importantes para o sucesso das empresas. No entanto, até agora, apenas 41% das companhias incluem em seus processos seletivos métodos para mensurá-las.

2. Flexibilidade de trabalho

A possibilidade de trabalhar remotamente ou mudar de horários, antes um privilégio raro, torna-se mais comum e esperada — e foi apontada como essencial por 72% dos entrevistados. "Talvez você não receba atenção especial por oferecer flexibilidade, mas provavelmente se destacará por não tê-la (e não de uma forma boa)", diz o texto.

Segundo o relatório, as empresas podem se beneficiar tanto quanto os funcionários. A flexibilidade pode aumentar a retenção de talentos e a produtividade, além de economizar com gastos em imóveis — como quando se aposta no home office. Há, ainda, a possiblidade de criar uma força de trabalho mais diversa, com profissionais que têm filhos, problemas de saúde ou que vivem em áreas de difícil acesso.

3. Ambiente e ações antiassédio

A prevenção ao assédio já era uma questão moral ou legal para as empresas, mas ganhou uma nova força com o crescimento de movimentos como o #MeToo. 71% dos profissionais apontaram as ações sobre esse tema como fundamentais, e 80% dizem que suas empresas implementaram ao menos uma medida nessa direção no último ano.

Os resultados mostram, porém, uma lacuna entre o que as empresas fazem e o que é realmente efetivo. Muitas não se dão conta, por exemplo, de que muitas vítimas não denunciam seus casos por não saberem o que acontecerá após a denúncia. Há também uma diferença de opinião entre homens e mulheres sobre o que pode ser positivo em relação a isso.

Entre as táticas mais efetivas apontadas pelo relatório, estão promover meios seguros para denúncias (principalmente online); estabelecer uma política de tolerância zero; promover sessões de treinamento e aumentar a diversidade de gênero nas lideranças.

4. Transparência salarial

O tempo em que os salários eram secretos e os funcionários evitavam falar sobre o assunto parece ter ficado para trás. A transparência foi destacada por 53% dos profissionais e tem sido cobrada das empresas, entre outros fatores, pela popularização de sites que agregam informações sobre vagas e salários.

Embora apenas 27% dos profissionais da pesquisa afirmem trabalhar em uma empresa que compartilha essa informação, o grupo indicou alguns benefícios dessa prática. Ela pode agilizar as negociações, garantir pagamentos justos, filtrar candidatos propensos a declinar a vaga e permitir que uma entrevista de emprego se concentre em outros pontos. Dentre todas as vantagens, segundo o relatório, a garantia de salários mais justos tem se mostrado a mais significativa — colaborando para se obter a confiança dos empregados, por exemplo.


Créditos de Carbono

O crédito de carbono é um conceito que surgiu em 1997, dentro do Protocolo de Kyoto. O objetivo principal dessa metodologia é reduzir a emi...