quarta-feira, 30 de março de 2016

Branding X Gifting

Há o brandingE há o gifting

Se a um cabe definir o código e a essência de uma marca, ao outro cabe fazer circular esta essência.

O branding está no DNA de um produto e seus derivados; 
o gifting está nas sensações que daí derivam.

Gifting é muito mais que um gift.

É um relacionamento de trocas nos entremeios da explicitez do marketing e ao redor da polidez do branding, com fios de seda invisíveis que tecem vínculos entre pessoas e marcas.

Não necessariamente lógicas e tampouco objetivas. Porém articuladas, planejadas, estruturadas para viabilizar sensações únicas que potencializem a onipresença destas marcas de forma onisciente na mente, nos atos e nas atitudes sociais daqueles com quem convivem.

Chamem de fetiche, simpatia, encantamento…

Eu chamo de gifting, a ciência que planeja, estabelece, organiza, documenta e faz circular os rituais do branding - com todo o poder que a política corporativa tem.

















segunda-feira, 28 de março de 2016

Visual identity: Creating a modern brand for a 194-year old law firm



Bruce Cockerton discusses how the rebranding of his 194-year old law firm is enabling it to achieve its strategic ambitions

Key takeaway points:

Articulate a clear vision to your partners on how your firm needs to evolve

Bring everyone in the firm with you on the journey to evolve your brand

Conduct client and partner interviews to identify and articulate the firm’s values and strengths

Create a sense of urgency with a fixed deadline to improve the efficiency of the rebranding processes

Don’t remove all vestiges of your firm’s history during the rebranding – heritage still matters

Use your visual identity to demonstrate your firm’s value proposition to current and prospective clients


http://www.managingpartner.com/case-study/business-strategy/visual-identity-creating-modern-brand-194-year-old-law-firm

quarta-feira, 23 de março de 2016

quinta-feira, 17 de março de 2016

O advogado veste Prada

16 Março 2016 | 10:25


O mundo do Direito, a vaidade e a pobreza de espírito.

Bem vindo ao universo jurídico,somos uma área de uma riqueza cultural ímpar e de uma relevância social assombrosa. Somos, basicamente, o que movimenta um dos três poderes.
Somos acadêmicos, intelectuais, advogados, estagiários, defensores, promotores, servidores, procuradores, magistrados. Somos aqueles que defendem as pessoas, as instituições, a sociedade. Aqueles que aplicam a lei, que discutem a lei, que questionam a lei e que gritam com a lei se for necessário. Somos essenciais para a sociedade e sabemos muito bem disso.

Sabemos tão bem disso que quando entramos na faculdade nos sentimos tão fantásticos que tratamos os outros cursos universitários como resto. Essa gente de história, de ciências sociais, de enfermagem, odonto, relações públicas, publicidade, física. Eu, hein. Talvez os da medicina, da economia e da engenharia sejam dignos de jantar conosco daqui uns 10 anos. Ou não, ainda não sabemos.

Somos realmente incríveis. Aprendemos algumas expressões em latim- que frequentemente pronunciamos errado, mas quem precisa se preocupar com isso é esse povo de letras- que jogamos ao ar aleatoriamente, como purpurina. Usamos expressões que ninguém mais entende. Falamos em código, não nos preocupamos se os outros nos entendem, usamos praticamente somente siglas: CPC, MPT, CDC, TRF, ACP, CTB, HC, TJSP, CPP, STJ, CLT, LC, PGE, MPF, TST, CTN.

Somos tão fantásticos que decidimos viver em universos paralelos. Tribunais, escritórios, universidades. É quase um neo sistema feudal. Temos nossos falsos nobres, que são vistos como nobres e que têm certeza de que são nobres. São conhecidos pelos seus sobrenomes, que ao invés de estamparem brasões, estampam folhas timbradas, carimbos e assinaturas eletrônicas. São nossos semi-deuses. Ninguém pode tocá-los, seus nomes são sagrados e dignos de uma admiração quase doentia. Eles são o caminho, a verdade e a vida.

Somos muito elegantes. Gastamos cerca de 40% de tempo em que poderíamos discutir formas de melhorar o mundo com o direito, discutindo a marca da bolsa da nova advogada do escritório. Rindo da meia mal escolhida do advogado da parte adversa. Tentando enxergar se os óculos da juíza são Chanel ou Prada. Debochando do defensor público que nunca saberá a diferença entre um Ferragamo e Zegna. Quando viajamos, preferimos gastar um pouco menos nos passeios e nas refeições para podermos comprar aquelas peças maravilhosas da Burberry que provam o quão somos competentes como profissionais.

Nós damos o exemplo de postura porque sabemos o que é certo e o que é errado. Sabemos o que respeita a dignidade humana e o que não respeita. Por isso advogados homens nunca fazem comentários sobre a bunda da nova estagiária, mas só sobre a performance dela como profissional. Por isso nos almoços dos juízes nunca há piadinhas sobre aquele juiz que parece ser gay. Por isso grandes escritórios contratam estagiários esforçados que moram na periferia e estudam numa faculdade que não é “top” ao invés de contratar o sobrinho do desembargador que estuda numa particular carésima, mas que gosta mesmo é do bar e das festinhas da facul. Por isso as advogadas nunca riem daquela advogada obesa que está fazendo doutorado enquanto elas nem acabaram a especialização. Por isso nos mantemos sempre longe da política suja e corrupta. Por isso desconhecemos o conceito de “favorzinho”.
Somos fortes e seguros de nós mesmos. Nos escondemos dentro de carros de marca para compensar que nunca decoramos quais são os direitos fundamentais de primeira, segunda e terceira geração. Não aceitamos jeans na sexta-feira casual porque o tecido da calça é o grande diferencial do saber jurídico. Ainda estranhamos piercings, dreads e tatuagens porque somos vintage, gostamos de brincar de estar na década de 60. Julgamos colegas pela marca da caneta e não pelo que sai dela.
Somos informados. Sabemos muito sobre o novo Código de Processo. Mas, em tempos de guerras e refugiados, não temos tempo para essas baboseiras de Direitos Humanos. Também não tivemos tempo de ler sobre a Lava Jato com calma, mas falamos com propriedade sobre delação premiada, matéria que colamos naquela prova de processo penal do terceiro ano.
Enfim, somos uma área realmente fantástica e riquíssima. Temos muito a acrescentar ao mundo. Mas frequentemente preferimos gastar tempo com coisas mais relevantes, como a nossa escalada na carreira, a nossa imagem impecável e nossa tão soberana vaidade. Cada um com suas escolhas. Não é pobreza de espírito. São apenas as nossas prioridades.
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(a autora é uma advogada e professora universitária, apaixonada pelo Direito, que tem muito orgulho da sua profissão em quem algumas carapuças desse texto também servem, mas que está tentando livrar-se delas, e que assim como tantos outros, está cansada de compactuar com um universo tão babaca como este no qual estamos inseridos)


http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-advogado-veste-prada/





'House of Cards' faz piada com crise política brasileira

O perfil da série House of Cards no Twitter publicou um tweet com a mensagem "Watching today's Brazilian news coverage" ("Assistindo à cobertura do noticiário brasileiro hoje", em tradução literal). Além da mensagem, o protagonista Frank Underwood (interpretado pelo ator Kevin Spacey) aparece no tweet - dando uma leve risada.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Novos Caminhos - Fundadores deixam Almeida Lopes Pitta Pinheiro e vão para o Tauil & Chequer




O Tauil & Chequer Advogados reforçou as áreas societária e de óleo e gás no Rio de Janeiro, com o sócio Paulo Almeida Lopes e a senior counsel Claudia Pitta Pinheiro. Ambos eram sócios fundadores no Almeida Lopes Pitta Pinheiro Advogados.

Paulo foi executivo sênior da área jurídica em grandes empresas brasileiras, como Grupo Raízen e Vale, e multinacionais, como Grupo Shell e Grupo Billiton, tendo trabalhado no Rio de Janeiro, em São Paulo, Londres, Haia e Houston. Possui experiência nas áreas societária, de óleo e gás e estruturação de projetos de fusões e aquisições.

Claudia, por sua vez, já atuou em Londres, onde integrou o time antitruste global da Shell, do qual foi representante para a América Latina. Foi diretora executiva e conselheira de administração de empresas do Grupo Raízen e Shell. Ela possui experiência em diversas áreas do Direito Empresarial, como Direito Societário e fusões e aquisições, governança corporativa, contratos nacionais e internacionais, antitruste, regulatório, arbitragem ecompliance.



http://www.conjur.com.br/2016-mar-16/socios-deixam-almeida-lopes-pitta-pinheiro-rumam-tauil-chequer

terça-feira, 15 de março de 2016

Segurança da Informação no seu escritório

O seu escritório está seguro? Realmente seguro?

Ou as informações circulam livremente nos aparelhos de telefone celular de todos os seus advogados, estagiários e integrantes?

Pense nisso 

segunda-feira, 14 de março de 2016

Nova Banca: Nanni Advogados



Depois de mais de 15 anos no TozziniFreire, Giovanni Etore Nanni deixou a firma e fundou o Nanni Advogados, banca com viés acadêmico voltado para arbitragem e outros temas de Direito Privado.

Como será um escritório boutique, o Nanni Advogados contará, por enquanto, com apenas dois sócios: Giovanni Nanni e Pedro Guilhardi.

Nanni é bacharel, mestre e doutor em Direito pela PUC-SP. Ele também é professor de Direito Civil nos cursos de graduação e pós-graduação dessa instituição. Além disso, o advogado é redator-chefe da Revista de Arbitragem e Mediação (Revista dos Tribunais), presidente do Instituto de Direito Privado e vice-presidente do Comitê Brasileiro de Arbitragem.

Guilhardi, por sua vez, é bacharel em Direito pela PUC-SP e mestrando em Direito Comercial pela universidade. Ele também possui LL.M emComparative and International Dispute Resolution pela Queen Mary, University of London.



http://www.conjur.com.br/2016-mar-14/15-anos-giovanni-nanni-deixa-tozzinifreire-funda-firma

Does your law firm use social media? see how and what most firms are putting it to use








http://vizibility.net/infographics/SocialMediaLegal-White.html

quarta-feira, 9 de março de 2016

Processo seletivo em grandes escritórios

Você teria coragem de fazer essas perguntas durante a entrevista?

1. O Escritório
Como é a cultura do escritório, na prática?
Qual é a característica principal das pessoas de sucesso aqui?
Qual é o grau de rotatividade de profissionais? O que leva as pessoas a deixarem o escritório?

2. Vaga
Quais são as perspectivas de crescimento para esta vaga?
A posição é nova? Por que foi criada agora?
A posição é antiga? Quem a ocupava antes e por que saiu?
Como esta função se integra ao restante da área? Qual é a importância dela para o escritório?

3. Gestor
Há quanto tempo você, gestor, está no escritório? Você tem formação técnica nessa área?
Quais são os pontos positivos que você enxerga no escritório?
Quais pontos poderiam ser melhorados?
Que características comportamentais o profissional precisa ter para se dar bem com você?
O que você não admite em um profissional?
Qual é o seu estilo de liderança?

4. Equipe
Quem integra a equipe? Qual é o papel de cada pessoa?
Há quanto tempo essas pessoas estão no escritório?
A equipe sabe da nova contratação? Como seria a receptividade dessas pessoas com o novo integrante?



quarta-feira, 2 de março de 2016

Law firms must look to the future concerning staffing, business decisions



Law firms have not changed much in the last hundred years or so. In some ways, this is good – they are the “old reliable” in a world where technology and social mores metamorphose right in front of our eyes. But in some ways, this makes law firms the dinosaurs of the business world, clinging to old ideas and ways of doing business that sorely need updating. It’s easy to state this in general terms, of course, but to provide context to this issue, Cushman & Wakefield conducted its second annual Legal Sector Survey Report, including its first ever Legal Associate Survey report, and the results show that law firms need to make some changes in the next decade in order to survive in the business world.


“One interesting thing was a new question this year, as it relates to looking at competition and the legal sector as a whole,” explains Sherry Cushman, executive managing director and head of the Legal Sector Advisory Group. “The biggest concern for any law firm is where they will be 10 years from now.”



The question was asked concerning traditional partnership structures in the report. While just over half (51 percent) of respondents stated that the fundamental structure of law firms will stay the same, 44 percent stated that today’s partnership structures will be reorganized and 4 percent said that partnerships will no longer exist. That, of course, raises the question – what will the new paradigm look like?



“Will firms be on their own? Will they be acquired or merged into another group? There’s a fundamental question about how partnerships make decisions. They tend to be democracies, while major companies make their decisions via dictatorship. Business competition in the legal field is totally shifting to in-house, boutique firms, etc. How will it shake out in the next decade? That’s the fundamental question. All you can do as a firm is try to reeducate partners who are making decisions as to what other sectors are doing to make decisions that create flexibility and adaptability,” says Cushman.


Other data from the survey supports the idea that law firms are facing a future where they may shrink at an alarming rate. The survey sought to determine why attorneys leave firms. And, while retirement and termination were major factors, the leading reason why attorneys left was because they were seeking in-house positions.




Still, some firms are attempting to take a more business-focused approach to the law. According to the study, firms are tapping non-lawyers for executive positions, such as chief operations officers, chief technology officers, chief financial officers and more.



“The legal sector is finally making decisions based on business,” explains Cushman. “Legal has been about ‘how does it effect me?’ But firms have to start making decisions based on true business drivers. Smart firms are going out and expanding, bringing in non-attorney executive leadership. These people are highly paid to advise on matters such as business, technology and facilities.” Many of these executives, Cushman notes, are coming from non-legal sectors such as accounting, corporate environments or the government/military. “This shows that the legal sector has to respond differently; it has to be more business-oriented. Attorneys must accept the fact that they must practice law but allow others to manage facilities, technology and the like,” Cushman adds.



To be prepared for the future, firms need to be on top of various business drivers. In the survey, competitive fee structures and recruitment/retention were the top concerns noted by those surveyed. Traditionally, firms have billed by the hour, but businesses have become accustomed to service providers, like consulting firms, that charge a flat fee to perform a specific service. That is not a pricing model that firms have traditionally offered, but it might be something they wish to consider in the future.


As part of last year’s survey, Cushman spoke to attorneys in 27 cities across the country, and those conversations inspired the firm to add an associate-only portion to the survey. That component showed that, when associates are able to give confidential answers, they have different opinions than most partners might hear from them.


According to the survey, associates initially chose firms based on factors such as reputation, areas of practice and compensation, but they decided to stay at a firm based on compensation, mentoring and collaboration. In fact, the factors that associates cited as most important were: work/life balance, mentoring, work environment and compensation. While partners might believe that factors such as private offices might be important, it’s matters such as collaboration and technology that truly matter to young attorneys.


So, it seems that firms are at a crossroads. In order to meet business demands, retain talented attorneys and thrive in the new world order, they must listen, analyze and act on the information in surveys such as this one. For more information in the survey, click here
.

http://www.insidecounsel.com/2015/01/29/law-firms-must-look-to-the-future-concerning-staff


terça-feira, 1 de março de 2016

Decoração: moderna ou jurássica


No quesito decoração
existem apenas 2 tipos de 
escritórios de advocacia:
os modernos e os jurássicos







Créditos de Carbono

O crédito de carbono é um conceito que surgiu em 1997, dentro do Protocolo de Kyoto. O objetivo principal dessa metodologia é reduzir a emi...