Há o branding. E há o gifting.
Se a um cabe definir o código e a essência de uma marca, ao outro cabe fazer circular esta essência.
O branding está no DNA de um produto e seus derivados;
o gifting está nas sensações que daí derivam.
Gifting é muito mais que um gift.
É um relacionamento de trocas nos entremeios da explicitez do marketing e ao redor da polidez do branding, com fios de seda invisíveis que tecem vínculos entre pessoas e marcas.
Não necessariamente lógicas e tampouco objetivas. Porém articuladas, planejadas, estruturadas para viabilizar sensações únicas que potencializem a onipresença destas marcas de forma onisciente na mente, nos atos e nas atitudes sociais daqueles com quem convivem.
Chamem de fetiche, simpatia, encantamento…
Eu chamo de gifting, a ciência que planeja, estabelece, organiza, documenta e faz circular os rituais do branding - com todo o poder que a política corporativa tem.
