quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Legal500 - Brasil

A publicação Legal500 (www.legal500.com) está crescendo e agora segmentou por região sua pesquisa sobre o mercado jurídico.

O interessante é que a publicação disponibiliza o resultado final em forma de e-booking.

O prazo para a entrega de todos os submissions é dia 15 de fevereiro de 2013.


Brazil - Legal market overview

Despite the impact of the global recession, Brazil's steady economic growth over recent years was clearly signalled in early 2012 when it overtook the UK to become the sixth-largest economy in the world. As other regions, particularly Europe and the US, have struggled economically, an increasing number of foreign businesses have looked to Brazil for investment opportunities. The country's federal capital Brasilia is of key national importance, particularly in administrative issues, but it is Sao Paulo and Rio de Janeiro which form the key hubs for international business. Over the past decade, the arrival of many major financial institutions has helped Sao Paulo's BM&FBOVESPA to emerge as a global trading platform dealing directly with other stock exchanges in the US, Europe and Asia. Ahead of hosting the FIFA World Cup and Summer Olympics in 2014 and 2016, respectively, Brazil is making a significant drive to upgrade infrastructure and improve security, adding further impetus to both business and legal activity. Certainly the nation is set to emerge fully onto the global stage over the next five years.

As a result of the sustained upturn, law firms are dealing with a slew of work across all sectors: the corporate and M&A market, in particular, is experiencing a protracted boom in both domestic and cross-border transactions. While international firms continue to advise on those deals which have non-Brazilian legal aspects, they have been blocked from entering the market further by the Brazilian Bar Association's decision to adopt a protectionist stance regarding the local legal market. As a result, the most established firms – such as Barbosa, Müssnich & Aragão, Machado, Meyer, Sendacz e Opice – Advogados, Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados, Pinheiro Neto Advogados, and TozziniFreire Advogados – have prospered as never before, maintaining their traditions, size and market profile with little challenge. Other key full-service firms include Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados, Demarest & Almeida Advogados and Veirano e Advogados Associados. Exceptions to the rule of associated practices, Lefosse Advogados, Tauil & Chequer Advogados in association with Mayer Brown LLP and Trench, Rossi e Watanabe Advogados, associated with Baker & McKenzie, also have a strong presence in the corporate and financial arenas, alongside key Brazilian finance firm Pinheiro Guimarães – Advogados.

Reflecting the extent of economic activity, Brazil's capital markets have generally remained very buoyant. While this trend continues, the knock-on effect of global difficulties has impacted upon the Brazilian markets, with a reduction in the number of equity offerings and IPOs. In the competition field, where the market is split between full-service firms and several very strong, specialist boutiques, new legislation introducing a pre-merger notification requirement came into effect in 2012, bringing the country into closer alignment with other international competition regimes.

Brazil is the tenth largest energy consumer in the world and a major global energy producer, particularly on the oil and gas side. The acquisitive nature of energy corporates ensures that the sector's transactional market remains particularly buoyant and one recent headline transaction saw the Korea-based SK Energy sell its Brazilian assets to Maersk for $2.4bn. In the legal market, the 2011 merger of oil and gas specialists L.O. Baptista Advogados Associados and Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira e Agel to create L.O. Baptista, Schmidt, Valois, Miranda, Ferreira & Agel, puts Tauil & Chequer Advogados in association with Mayer Brown LLP's traditional dominance in this sector under threat. Environmental law has gradually crept up the country's corporate agenda, desperately trying to keep pace with Brazil's booming agribusiness industries. Ambiguous legislation, coupled with stricter enforcement ensures that there is ever more legal activity in the sector. In particular, firms are seeing a significant uptick in instructions from lenders looking to avoid potential environmental scandals arising from projects that they have helped to finance. Reforms to the Forest Code in May 2012 should also keep lawyers busy.

On the IP side, sports-related matters are on the increase ahead of the country's planned sporting events. The break-up of IP giant Momsen, Leonardos & Cia, which split into two firms, Kasznar Leonardos and Luiz Leonardos & Cia, was headline news in the sector in 2012. Elsewhere, real estate work continues apace, not only on major infrastructure projects but, in a reflection of the growth of a Brazilian middle-class, the number of shopping malls and retail developments emerging across the country. Again, the planned sports events have required new projects across several states, and foreign companies and law firms remain in hot competition for office space in the major cities of Brazil.

Fonte: http://www.legal500.com/c/brazil/legal-market-overview
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Atendimento TOP para Cliente TOP?


Voce diferencia o tratamendo dado aos seus clientes?

Voce sabe quais são os 10 maiores clientes (por faturamento anual) do seu escritório?

Qual seria a melhor estratégia? Dar o mesmo atendimento à todos ou um atendimento diferenciado para os maiores clientes?

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Chambers: O que é e como funciona

Desde 2005, quando existia apenas o Global Chambers, eu era a responsável pelas submissions do escritório em que eu atuava como coordenadora de Marketing.

Com o crescimento do mercado, a segmentação da publicação e a importância que ela vem ganhando, resolvi prestar consultoria para escritórios de médio porte e boutiques especializadas na preparação dos documentos.

Paralelo à consultoria, eu formatei um rápido workshop sobre o Chambers:

• O que é o Chambers

• Band e as nomenclaturas do ranking
• Calendário e definição das áreas

• Submission (já pensou em customizar a submission do seu escritório?)

• O que os pesquisadores perguntam aos sócios durante as entrevistas

• Como são feitas as pesquisas

• Estratégias para ser indicado ou conseguir um melhor posicionamento



A apresentação é simples, objetiva e dura no máximo 2 horas (power point). Pode ser feita no seu próprio escritorio, para um ou mais sócios e/ou associados.


Especialização e Amizade

Muito bem explicado o que os clientes querem de seus advogados:
Especialização e Amizade.



Clientes buscam advogados especializados e amigos.

Por João Ozorio de Melo

Quem é o melhor advogado do ponto de vista do cliente? Para responder a essa pergunta, o advogado pode fazer uma ampla pesquisa de mercado ou simplesmente... pensar como cliente. Quem é o melhor médico? "Se você não sabe qual é sua necessidade médica, provavelmente quer se consultar com um clínico geral. Mas, se você é um esportista e sofreu uma torção no tornozelo, certamente quer ser tratado por um médico especializado em medicina esportiva", diz Larry Bodine, um especialista americano em desenvolvimento de negócios.



A maioria dos clientes ainda não aprendeu a usar métodos revolucionários para escolher advogados. Escolhem com base em preferências pessoais, conforme dita a tradição. Por exemplo:



1. Os clientes preferem trabalhar com especialistas — não generalistas. Deixando de lado as grandes corporações, que se entendem bem com as grandes bancas, o resto do mercado está sempre em busca de "especialistas em duas pontas", a da advocacia e a do cliente. Isto é, advogados que dominam uma área jurídica específica, de um lado, e de outro sabem tudo (ou pelo menos muito) sobre a área de atuação do cliente.



Exemplos: um clube de futebol prefere um advogado com amplo conhecimento da legislação esportiva e também do funcionamento dos clubes, da contratação e dispensa de jogadores etc. Um sindicato prefere um advogado que seja profundo conhecedor da legislação trabalhista e da sindical, mas que também tenha um ótimo conhecimento do funcionamento dos sindicatos. O mesmo advogado está na preferência de uma empresa com problemas com sindicato, especialmente se ele conhece todos os seus problemas de mão de obra e de seu sistema de produção.



Hoje, advogados tributaristas têm de ter um amplo conhecimento sobre o setor de transporte, de alimentação ou de fabricação, se querem representar empresas em qualquer dessas áreas. Ou, quando as coisas começam a ficar mais modernas, tem de ser um expert em tecnologia, biotecnologia, computação, telecomunicações, comunicação móvel, ciências, se pretende atuar no campo de patentes, direitos autorais ou até mesmo na área criminal, se quer representar uma das partes em um caso de crime cibernético.



Em cada uma dessas áreas, o advogado deve estar onde seus clientes estão: associações, sindicatos, clubes, exposições, seminários e conferências, premiações e qualquer outro tipo de evento. "Vá com o propósito de ver e ser visto, conhecer e ser conhecido; faça parte de qualquer conselho ou diretoria que forem instituídos; participe da edição do boletim da organização; lidere um dos programas da entidade; demonstre sua especialização, sempre que tiver uma chance", diz Bodine.



2. Os clientes preferem trabalhar com pessoas que elas conhecem e gostam. Os advogados rainmakers (os que fazem chover) são rainmakers por uma razão principal: eles têm mais relacionamentos com possíveis clientes do que os demais advogados da firma. Os rainmakers visitam os clientes — os atuais e os futuros. Marcam reuniões quinzenais em que o objetivo principal, muitas vezes, é perguntar "como vão as coisas?". O rainmaker fala pouco, o suficiente para fazer o cliente falar — e escuta, com o detector de problemas ligado. Com os atuais clientes, a finalidade da reunião não é discutir os atuais problemas, mas ver no radar os que estão se aproximando.



As comunicações eletrônicas são fantásticas para o advogado, para o cliente, para todo mundo. Não para o trabalho de rainmaking. Podem ser um acessório de grande utilidade, mas nunca serão a principal arma para um advogado conquistar clientes. Essa é o contato pessoal. Clientes não gostam de entregar sua vida jurídica a advogados com os quais não conseguem interagir face a face. Pelo menos no início do relacionamento. Entre um advogado que se comunica por e-mail e outro que se comunica pessoalmente, ele fica com o que pode olhar nos olhos, falar da empresa, da família etc.



3. Os clientes preferem trabalhar com conselheiros pessoais de confiança. Especialmente os que vivem isolados por qualquer razão, incluindo o poder. Presidentes e CEOs de grandes organizações, por exemplo, sãos seres solitários. Eles não podem se dirigir aos membros do Conselho para se queixar das agruras da vida em seu posto. Tampouco podem se dirigir a seus subordinados, em busca desse tipo de conforto. "Muitos advogados conquistam CEOs fazendo o papel de ombro amigo", diz Bodine.



Como a maioria dos seres humanos, presidentes e CEOs de grandes corporações precisam de alguém em quem confiam para conversar sobre assuntos "sensíveis". Pode ser uma questão tributária, um dilema societário ou um problema conjugal. Sempre haverá algum problema. E sendo problema, por definição, haverá uma solução, que o advogado não terá dificuldade em encontrar, se for da área jurídica. O fato é: o advogado que conquista o amigo, conquista o cliente.

João Ozorio de Melo é correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.



Revista Consultor Jurídico, 23 de novembro de 2012



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Chambers Latin America: Deadline 30 de novembro.


Atenção para o deadline dos próximos submissions:
30 de novembro de 2012

Practice Areas: 
Environment
International Trade/WTO
Real Estate



Chambers e Legal500

Voce sabe como preparar um excelente submission para o Chambers e Legal500?

Tenha um submission mais enxuto, customizado, com informações precisas e relevantes.
E lembre-se que a lista de contatos (client referee) é uma das principais estratégias para um bom resultado.

Entre em contato comigo e solicite uma apresentação.

Vamos reunir os sócios do seu escritório para um café da manhã direcionado aos rankings.






sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Branding nos escritórios de advocacia.

O branding, termo usado para indicar a construção e gestão estratégica de marcas, vai muito além do logotipo e começa nos valores.





Para consolidar a marca da sua banca, o sócio ou conselho não deve apenas investir na sua identidade visual ou anúncios. O branding, termo usado para indicar a construção e gestão estratégica de marcas, vai muito além, e começa nos valores.

"Marca é um conjunto de relações e valores que determinam uma cultura. E essa cultura vai determinar o jeito de ser e de se fazer o negócio", afirma Fábio Pando, professor de branding da ESPM, de São Paulo. Ele explica que a demanda do mercado hoje está focada no diferencial e mais ligada a "como" se faz, do que a "o que" se faz. Por isso, uma marca bem construída pode ser uma grande vantagem competitiva.


Missão, visão e valores

"O ponto principal é definir quem é o escritório: quais os valores, no que acredita, o que quer, o que não quer", e partir dessa definição, vai decidir como prestar os serviços, e se posicionar no mercado.


O professor afirma que a missão, a visão e os valores da empresa não devem ser apenas quadros que ficam na empresa e ninguém entende a mensagem. "O branging não é só ter um discurso bonito, um quadro de missão e visão na parede. Mas, na verdade, são relações humanas que estão no dia a dia", afirma.


Um erro comum é o empreendedor pensar que a construção da marca é responsabilidade apenas das ações de marketing. "Todas as pessoas da empresa devem vivenciar isso. Para que todos vivenciem, todos devem entender a essência que está nos valores", orienta Fábio. A essência da marca só pode ser bem definida quando é materializada. Por isso, é fundamental que exista coerência em toda a equipe.

"Um dos valores da Disney é: 'nós vendemos felicidade'. E isso faz parte de todos os funcionários. Assim, independentemente da função, o colaborador vai passar essa mensagem em tudo o que realizar", exemplifica Fábio.


O professor alerta que ter um discurso e não praticá-lo é um risco muito grande para a empresa, devido à cobrança constante do mercado. "Quando se fala em marca, se fala da empresa e não do produto", alerta. Outro ponto importante nesse processo é manter a coerência com o perfil da empresa e não adotar valores apenas por estarem "na moda".


"Agora, todas as empresas se dizem sustentáveis. Mas ele deve avaliar se isso é viável para a empresa", aponta Fábio. Uma empresa conservadora, por exemplo, também não deve adotar um logotipo moderno e ações de mídias sociais porque outros setores utilizam essas ferramentas. "Outro ponto é a inovação. Mas ela deve ser a essência, senão fica uma coisa sem pé nem cabeça", orienta.



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

10 Marketing mistakes Lawyers make

Top 10 Marketing mistakes Lawyers make...and what you should be doing instead!

Clique para acessar o material:
http://www.4shared.com/folder/sBj0-QlV/_online.html



By Daniel Barnett and Eugenie Verney


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Rankings - Questionários e Submissions

Cresce a importância de um bom posicionamento nos rankings.

Posso ajuda-lo a preencher e fazer up-load dos arquivos com seu login de acesso.

Deixe que eu cuido dos questionários, formulários e submissions enquanto voce trabalha e atende seus clientes.

Chambers, Análise Advocacia, IFLR, Legal500, LatinLawyer 250 e outros.


M4L

Marketing, Identidade Visual e Desenvolvimento de Negócios para escritórios de advocacia.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Meu trabalho


- Folder institucional (impresso e digital)

- Currículo dos sócios

- Logotipo, papelaria e identidade visual (Branding)

- Apresentações customizadas (tailor made)

- Lâminas e factsheets das áreas

- Atualização das redes sociais

- Ações de Responsabilidade Social

- Pesquisa de mercado (setores, concorrentes, clientes e prospects)

- Sector Initiatives e Client Teams

- Pesquisa de Satisfação

- Interface com as Câmaras de Comércio e Veículos especializados
- Criação do mailing list por Sócio e Área



Organização de Eventos:

- Seminários internos para clientes (café da manhã)

- Evento externo para clientes (entretenimento, networking)

- Contratação de serviços

- Elaboração do convite

- Criação e definição da lista de convidados



Submissions para as Rankeadoras:
- Chambers

- Análise Advocacia

- Latin Lawyer 250

- Who is Who Legal

- IFLR

- PLC

- Legal 500

Os 10 erros mais comuns dos escritórios de advocacia

Ser advogado de empresa parece fácil, mas não é. Cliente interno é um desafio em vários sentidos, além de entenderem de assuntos que o advogado não domina. Tratar de advogado para advogado é moleza. Mas se fosse necessário resumir o que é necessário para ser um bom advogado interno, diria o seguinte: "conheça muito bem o negócio da sua empresa e tenha um escritório bom como seu parceiro".




Se você respeitar estas duas regrinhas será meio caminho andado para o sucesso. A primeira é fácil e só depende de você. A segunda, entretanto, está cada vez mais difícil. Empresa pequena, média, grande, não há Jurídico que esteja completamente satisfeito com os serviços prestados pelos escritórios (se você estiver, por favor, me mande o telefone deles!).



E em tese não deveríamos ter esta dificuldade, afinal de contas, a prestação de serviços é o core business do escritório, não é mesmo? Seria a mesma coisa que a Nestlé fazer chocolate ruim ou a Embraer fazer avião sem segurança. Não dá.



Então por que cada dia está mais difícil encontrar um parceiro estratégico? Será porque os escritórios não conhecem a realidade dos advogados internos?



Para tentar ajudá-los nesta missão, aqui vão os 10 erros mais comuns que os escritórios de advocacia cometem:



1. Chegar atrasado é um clássico. Todo mundo sabe que não pode, mas continua acontecendo. Não adianta colocar a culpa no trânsito, na portaria demorada, no estacionamento cheio. Na maioria das vezes é imperdoável, ainda mais quando pessoas de outras áreas também foram convocadas para a reunião. Aí temos que ficar inventando desculpas até o consultor chegar e a credibilidade dele foi para o ralo antes do começo da reunião. Quando ele começar a falar, ninguém mais presta atenção.



2. Por mais incrível que pareça, não enviar a fatura de honorários de forma adequada é um dos erros mais comuns. Nós temos um budget que precisamos gerenciar com cuidado e os atrasos das faturas prejudicam todo o planejamento. Às vezes chegamos a receber a cobrança mais de quatro meses depois que o serviço foi prestado. Quando muda o ano então, piorou tudo! Vai explicar a despesa de 2011 no ano de 2012. Cansa só de pensar.



3. Não retornar as ligações ou os e-mails e não posicionar o cliente sobre o andamento do assunto é outro erro gritante. Vai demorar, tudo bem, mas precisamos estar cientes do quanto. Nós, advogados internos, normalmente consultamos os escritórios para suporte ao business e precisamos de uma previsão sobre o tempo de resposta. Ter de ficar fazendo follow up com escritório externo é uma preocupação que definitivamente não deveríamos ter.



4. Outro erro é não deixar clara a sistemática de cobrança – quantidade de horas que será utilizada para determinado trabalho, valor de cada hora etc. Nada como um “isto é simples, então não se preocupe que não cobraremos nada” ao final da ligação. Ou então um “acho que vou utilizar umas duas horas para realizar esta pesquisa, tudo bem?” Novamente, o planejamento do budget é muito importante e não podemos receber uma cobrança de honorários inesperada no valor da nossa previsão de gastos para o mês.



5. A rotina de um departamento jurídico é muito dinâmica e nossos maiores clientes internos são pessoas de negócios, finanças, marketing, etc. Quando precisamos de uma consultoria, não há necessidade de enviar um parecer para sustentação de uma tese no STF. Deixem isto para os nossos recursos, caso eventualmente tenhamos mesmo de chegar ao STF. Aqui a regra do “quanto mais, melhor” não vale. Questões pontuais do dia-a-dia precisam ser respondidas de forma clara, direta e objetiva.



6. Falta de pró-atividade. Você conhece o negócio do seu cliente? Sabe quais leis estão sendo publicadas que podem afetar o negócio? E quais decisões dos tribunais podem trazer um impacto, seja no campo regulatório, trabalhista ou de responsabilidade em geral? Esperamos este tipo de atitude em nossos escritórios parceiros. Os que fazem isto (e são poucos) com certeza possuem um diferencial.



7. Dizer que o sócio pessoalmente gostaria de apresentar o escritório e no dia enviar um advogado que não entende o negócio da empresa, não sabe como o escritório pode apoiar o Jurídico e não consegue responder qualquer pergunta que não seja da sua área de atuação é pedir para não ser contratado. Também não vale mandar cinco advogados de uma vez, um de cada área. Vai parecer um interrogatório e não uma reunião de apresentação.



8. Que os relatórios de auditoria são chatos todo mundo sabe. Mas padronizá-los a ponto de não atender as solicitações dos clientes ou ainda, enviar informações desatualizadas, não dá. Muitas vezes precisamos de alguma informação adicional e é impossível fazer com que o escritório customize o relatório para atender ao nosso pedido. Vai no padrão mesmo. E a gente que fique feliz. Depois temos que ficar ligando, confirmando o que foi reportado e perdendo tempo. Isto quando não recebemos informações equivocadas, valores não atualizados, percentuais de êxito que não correspondem à situação do processo. ... Por exemplo, não é o valor da causa para fins de custas que deve ser considerado para fins de provisão e sim o valor que efetivamente poderá ser desembolsado pelo cliente. Parece óbvio, não? Mas não é o que acontece. Nada como um relatório inteligente para suportar nossas discussões com o Diretor Financeiro.



9. Tratar o cliente com arrogância ou impaciência é imperdoável. Não é porque você é filho do ministro, porque o seu escritório patrocina o Eike Batista ou porque você está conversando com o estagiário da área que não deve tratar o cliente com gentileza. Cliente é cliente.



10. Nem precisamos dizer, mas é bom reforçar. É muito importante apresentar um trabalho de qualidade. Contratos mal analisados, sem observância às regras da empresa, pareceres sem matrizes de risco, recomendações considerando somente a fiel leitura da lei e não o que acontece na prática podem manchar a imagem de qualquer escritório. As informações repassadas por vocês, muitas vezes, são utilizadas como base para a prestação de serviços do Jurídico às demais áreas da empresa. E se o Jurídico perder, vocês perdem também. E ninguém quer ter a imagem abalada porque o escritório não foi diligente, certo? Cuidado nunca é demais.



E se ao final deste texto você tiver se identificado com alguns destes "deslizes" e estiver disposto a rever a sua estratégia para melhorar os serviços prestados, parabéns. Tenho certeza que em breve o seu escritório estará cheio de ligações de advogados de empresas querendo contratá-lo!



__________



*Juliana Marques Kakimoto é gerente jurídica regional da Givaudan do Brasil Ltda. e faz parte do grupo Jurídico de Saias



Créditos de Carbono

O crédito de carbono é um conceito que surgiu em 1997, dentro do Protocolo de Kyoto. O objetivo principal dessa metodologia é reduzir a emi...